O presidente Lula é uma pessoa
extremamente vaidosa, que adora ser elogiada pelos bajuladores de plantão e
costuma se envolver pessoalmente nas iniciativas para mitificá-lo.
“Tem hora em que estou no avião e, quando alguém
começa a falar bem de mim, meu ego vai crescendo, crescendo, crescendo… Tem
hora que ocupo, sozinho, três bancos com o ego“, admitiu Lula,
em 2010.
O filho do Brasil
Em seu segundo mandato, Lula participou da produção
do filme Lula, o filho do Brasil, de Fábio Barreto.
Barreto leu previamente trechos do roteiro para Lula
e conversou com ele sobre a montagem do filme.
Nos emails trocados entre Marcelo Odebrecht e os
diretores da empreiteira Odebrecht, que patrocinou o filme, Lula é tratado como “o
amigo do seu pai“.
Nas mensagens corporativas, um dos executivos da
Odebrecht, que depois seria investigada na Lava Jato, afirma que o filme era um
“desejo de Lula“.
Na pré-estreia da película, em São Bernardo do
Campo, o petista chorou e deixou a sala com os olhos vermelhos.
Exposição
Em janeiro do ano passado, Lula e a
primeira-dama Janja montaram uma exposição no Palácio do Planalto em homenagem ao
presidente dentro do Palácio do Planalto.
Na inauguração da exposição, Janja afirmou: “Aqui
a gente fez a linha do tempo da sua história de vida“.
Ao usar as palavras “a gente fez“, Janja quis
passar a impressão de que Lula estava sendo surpreendido com a exposição.
Mas uma exposição dentro do Palácio do Planalto
jamais aconteceria sem o consentimento do presidente.
É autopromoção desavergonhada, paga com dinheiro
público.
Acadêmicos de Niterói
Antes do desfile do domingo, 15, integrantes da
Acadêmicos de Niterói submeteram o texto em homenagem ao presidente ao seu
próprio crivo.
“Da esquerda de Deus Pai, da luta
sindical à liderança mundial“, diz a letra.
Lula não poderia ficar mais convencido.
Mas a empáfia cobrará o seu preço.
A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen
Lúcia, hoje no comando do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), já tinha alertado…

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