Após o levantamento do
sigilo do processo do executor do cabeleireiro Josean Oliveira, determinado
pelo Tribunal de Justiça, constata-se que o homem que atirou no jovem confessa
o crime e aponta um advogado como sendo o mandante da empreitada criminosa.
Conforme depoimento
prestado logo após ser preso e encontrado com a arma do crime, Lino afirma que
o advogado Romenigue Cabral é o principal responsável por ele tirar a vida do
rapaz mediante promessa de recompensa do valor de R$ 3.000,00 (três mil reais).
A motivação do crime seria
uma vingança porque a vítima seria, supostamente, o responsável pelo vazamento
de um vídeo íntimo de uma pessoa ligada ao causídico.
Embora tenha confessado na
Delegacia, em juízo o executor veio a negar os fatos, mas, diante da quantidade
de provas e posse da arma que cometeu o crime, ele irá a júri popular nos
próximos meses.
O caso tem enorme
repercussão no Vale do Assu e a sociedade cobra respostas do Ministério Público
e Judiciário, que estão atuando, pois um outro processo ainda segue em segredo
de justiça.

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