Metrópoles
O último debate antes do primeiro turno, promovido
pela Rede Globo, foi recheado de faíscas entre os candidatos à Presidência da
República. As trocas de acusações geraram uma série de pedidos de direito de
resposta.
O recurso é concedido aos postulantes que se
sentiram ofendidos por falas dos adversários. Já no primeiro bloco da sabatina
realizada nessa quinta-feira (29/9), Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da
Silva (PT) tiveram uma sequência de embates em que os dois se acusaram de
“mentirosos”. O atual mandatário chamou o petista de “ex-presidiário” e
“traidor da pátria”. Lula revidou no mesmo tom, acusando Bolsonaro de propagar
mentiras.
O ex-presidente também pediu direito de resposta
quando o atual titular do Planalto o acusou de envolvimento na morte do
ex-prefeito de Santo André (SP) Celso Daniel.
Outra dupla que protagonizou uma série de confrontos
foi Soraya Thronicke (União Brasil) e Padre Kelmon (PTB). A candidata do União
Brasil disse que o sacerdote é um “padre de festa junina” e “cabo eleitoral” de
Bolsonaro.
Kelmon também teve um embate com o ex-presidente
Lula, que o chamou de “impostor” e “safado”. “Eu sou cristão, sou casado na
igreja, batizado, crismado e frequentador de igreja. Mas eu não estou vendo na
sua cara um representante da igreja. Estou vendo um impostor. Alguém disfarçado
aqui na minha frente. Só não sei como conseguiu enganar tanta gente”, disse o
petista.

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